Quem somos

Somos a Associação Agroflorestal Contestado (AACON), uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, criada em 2016 pelas famílias do Assentamento Contestado, no município da Lapa, Paraná. Representamos as 108 famílias assentadas e nascemos como fruto da organização popular e da luta pela terra, constituindo-nos como uma ferramenta jurídica, organizativa e de representação coletiva para enfrentar as desigualdades sociais que historicamente marcam o campo e, de forma ainda mais intensa, as áreas de Reforma Agrária.

Nossa missão é fortalecer a organização comunitária e promover o desenvolvimento social, econômico, educacional, cultural e ambiental do assentamento, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das famílias e para a construção de um modelo de desenvolvimento baseado na agroecologia, na cooperação e na sustentabilidade.

Atuamos na representação e na defesa dos interesses das famílias assentadas, mantendo diálogo permanente com órgãos públicos, especialmente o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), além de instituições privadas e parceiros estratégicos, em temas relacionados à gestão, à conservação e à utilização sustentável do patrimônio florestal e dos demais bens coletivos do assentamento, bem como à garantia dos direitos da população assentada.

Ao longo de nossa trajetória, consolidamos nossa atuação como um espaço de formação, cooperação, inovação e fortalecimento da organização social. Desenvolvemos cursos, oficinas, encontros, intercâmbios, pesquisas e projetos voltados à promoção da agroecologia, da produção de alimentos saudáveis, da conservação ambiental, da geração de renda, do fortalecimento produtivo, da economia solidária e da valorização da cultura camponesa.

Comprometidos com os princípios da participação popular, da justiça social e da sustentabilidade, reafirmamos nosso papel como expressão da organização coletiva das famílias do Assentamento Contestado. Articulamos ações, projetos e parcerias que promovem o desenvolvimento sustentável do território, fortalecem a permanência das famílias no campo e contribuem para a construção de um futuro com mais dignidade, autonomia e inclusão social.